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27 de novembro é dia de discutir as relações necessárias entre a mídia e o desenvolvimento social, no “Mídia e Desenvolvimento em Debate”. Um dia inteiro de workshops gratuitos com profissionais como Lia Diskin, Edvaldo Pereira Lima, André Deak e Paulo Fehlauer. Participe.
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Workshops gratuitos colocam em debate a mídia e o desenvolvimento social. Traga suas ideias.
Bar do Zé Batidão, local que abriga o Sarau da Cooperifa, na periferia de São Paulo, aceita cartão, oferece iguaria, vende Bohemia, gera comércio na porta e até funciona como salão de festas da comunidade. A periferia que dá certo.
Todo dia é dia de homenagear o professor. E não duvide: todo segundo é momento de o garoto aprender. Aqui vai uma homenagem de Sílvio Valentín Liorbano, mestre escolado em realidade, aos colegas da arte de facilitar o acesso ao conhecimento.
O pobre e o classe média, o eterno iludido com o carro bacana, suam a camisa ao exercitar o básico direito de ir e vir. O sistema de transporte é a vida pulsante e explícita, mas também é choque e sufoco.
No bar da periferia, a polícia entrou sem pedir licença, aterrorizou seus frequentadores, bateu na cara de muito trabalhador e saiu ameaçando, outra vez. Ô, Seu Marcos Willians Herbas Camacho, diz pra eles que a gente é de bem.
Um amor se guarda numa gaveta muda? Esperei, por anos, um sinal positivo de você. O carteiro bateu muitas vezes ao portão, vai hoje, senhora? O carteiro de muletas, amputado. O missivista Marcelo Conde envia um conto, via Sedex 10.
O leitor com ambições literárias que não se engane. Escritor? Isso é profissão? Contar histórias, pôr em verbo os sonhos mais loucos da gente dá camisa, registro em carteira? O escritor se equilibra entre o céu e o inferno, poderá voar de Gol?
Letícia Mendonça vem brindar com você um poema da renovação. No sussurrar das palavras, ela esculpe a imagem daquela que adormece exausta e amanhece radiante para colher uma nova estação da vida.
Participe de nossos debates e seminários. Pontes para o conhecimento e a identificação.
Essa mulher não foi menina. Sem paciência com os rapazes, ela colecionou experientes, todos presenteados com aqueles quinze minutos de fama. Agora ela está no bar, acompanhada do ex que virou amigo. Isso é um encontro ou um desencontro?
Cadernos
Lá vai a moça, como corre! Canso só de olhar. Ela acreditou mesmo que a vida é competição. Ninguém será capaz de alcançá-la. Mas se quiser um jantar gostoso no mundo real, do tipo "você me abre seus braços, e a gente faz um país", com amor e carinho, passa lá em casa.
O publicitário e escritor João Vereza conta uma história que vai te marear. Vento, tempestade, relâmpagos, vagalhões no pélago profundo. Um capitão e sua tripulação trabalham arduamente para se safar. Será doce morrer no mar?
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