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Durante os dois dias de desfiles das escolas de samba do Grupo Especial do Carnaval de São Paulo, o hotel Holiday Inn Parque Anhembi – que fica bem ao lado do Sambódromo do Anhembi – se transforma em uma imensa coxia.

Quartos, corredores, elevadores e estacionamentos são invadidos por passistas, baianas e alas inteiras, que dão seus últimos retoques para o grande espetáculo.


Adriana Gomes, primeira porta-bandeira da Mocidade Alegre.


Adriana Gomes, primeira porta-bandeira da Mocidade Alegre.


 Baianas da escola de samba Tom Maior fazem os últimos ajustes na fantasia. O mundo gira e alegra.


Um Carnaval é feito de detalhes: integrantes da Tom Maior capricham na maquiagem.


Não será o Carnaval a manifestação em som e imagem do inconsciente coletivo? Evoé, Exu!


Depois da solidão, a multidão, o frenesi, a desejada libertação?


É gente virando bicho, é bicho virando gente: no Carnaval, vale até zoofilia.


Num corredor monótono de hotel, o Carnaval bota a insubstituível surpresa. Obrigado, Momo!


A passista é a oitava Maravilha do Mundo. Samba, samba, ó calipígia, só com você eu vou, e não volto!


A família Ramires veio de Santos, no litoral de São Paulo, para desfilar pela Mocidade Alegre. Família pé-quente.


Integrantes da escola de samba Vai-Vai (que ficou com o vice-campeonato, 0,5 ponto atrás da Mocidade Alegre) deixam o hotel a caminho do Sambódromo. Pé-morno.


Ainda não inventaram um elevador “customizado” para o samba. Alô, alô, Professor Pardal?!


Gêmeas, carnavalesca semelhança: o que abunda não prejudica.


 Alguém duvida de que era a mãe? Tem Freud no Carnaval. Evoé, Édipo!


O costume sóbrio e o tailleur comedido deram lugar a fantasias esvoaçantes e hastes multicoloridas no saguão. Por que os negócios precisam ser tão cinza?


Últimos ajustes de passistas da Tom Maior: o Carnaval é a possibilidade de ser um outro, a melhor distância de si mesmo.


Familiares chegam para o desfile: o Carnaval tem a rara capacidade de integrar gerações e gente de todo tipo.


O estacionamento do Holiday Inn é local dos últimos acertos na coreografia. Não pode errar.


Comissão de frente da Mocidade Alegre vai abrir o desfile, como anjos que inauguram o céu. Quanta emoção.


A comissão de frente da Mocidade Alegre provoca gostosa taquicardia. Samba-enredo homenageou o coração, “máquina da vida eu sou...”.


No Carnaval, a bunda é sempre o melhor presente.


Veja mais fotos de Rogério Albuquerque sobre o Carnaval 2009, realizadas nos dias 20 e 21 de fevereiro, clicando aqui.

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