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Bar do Zé Batidão, local que abriga o Sarau da Cooperifa, na periferia de São Paulo, aceita cartão, oferece iguaria, vende Bohemia, gera comércio na porta e até funciona como salão de festas da comunidade. A periferia que dá certo.
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Zé Batidão é metáfora do progresso econômico, social e cultural da periferia.
No bar da periferia, a polícia entrou sem pedir licença, aterrorizou seus frequentadores, bateu na cara de muito trabalhador e saiu ameaçando, outra vez. Ô, Seu Marcos Willians Herbas Camacho, diz pra eles que a gente é de bem.
Um amor se guarda numa gaveta muda? Esperei, por anos, um sinal positivo de você. O carteiro bateu muitas vezes ao portão, vai hoje, senhora? O carteiro de muletas, amputado. O missivista Marcelo Conde envia um conto, via Sedex 10.
O leitor com ambições literárias que não se engane. Escritor? Isso é profissão? Contar histórias, pôr em verbo os sonhos mais loucos da gente dá camisa, registro em carteira? O escritor se equilibra entre o céu e o inferno, poderá voar de Gol?
Letícia Mendonça vem brindar com você um poema da renovação. No sussurrar das palavras, ela esculpe a imagem daquela que adormece exausta e amanhece radiante para colher uma nova estação da vida.
Essa mulher não foi menina. Sem paciência com os rapazes, ela colecionou experientes, todos presenteados com aqueles quinze minutos de fama. Agora ela está no bar, acompanhada do ex que virou amigo. Isso é um encontro ou um desencontro?
Lá vai a moça, como corre! Canso só de olhar. Ela acreditou mesmo que a vida é competição. Ninguém será capaz de alcançá-la. Mas se quiser um jantar gostoso no mundo real, do tipo "você me abre seus braços, e a gente faz um país", com amor e carinho, passa lá em casa.
“Avenida Brasília Formosa” acompanha o dia a dia de uma comunidade que se esbarra todos os dias na avenida. Cada um tem seu sonho, sua busca, apesar da pobreza. O documentário é de Gabriel Mascaro, da série DOCTV.
Participe de nossos debates e seminários. Pontes para o conhecimento e a identificação.
O publicitário e escritor João Vereza conta uma história que vai te marear. Vento, tempestade, relâmpagos, vagalhões no pélago profundo. Um capitão e sua tripulação trabalham arduamente para se safar. Será doce morrer no mar?
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Certas coisas me deixam muito feliz na vida. Uma delas é reconhecer um talento. Não é que o Leandro Machado, esse moleque, chegou com pinta de menino prodígio? Prodígio é comer aquela mostarda pálida. "Ubi sunt?" vale em qualquer idade.
A publicitária e escritora Katiany Pinho retorna com o bom humor que muitas vezes dói, como agora. Já pensou numa academia para eliminar todos aqueles sentimentos e atitudes sobrando para fora da calça? Vem, a matrícula é grátis e vitalícia.
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