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Teu discurso e tua ação não fazem par, e esse é um filme que ela já viu muitas vezes. Ela é incendiária, tua incendiária exclusiva. Quer te sacodir e atear fogo somente em ti para provocar algo que possa valer uma viagem.
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Neste conto, Luiz Filho mostra toda a fúria de Jesus Cristo. Sai de perto! Aqui embaixo, São Paulo, a cidade, dá razão aos suicidas. E tome mais uma dose porque a garota não vai fazer programa hoje à noite. Ela vem para se divertir.
Um homem partiu sem sentir saudades. E cerrou os olhos sorrindo porque um dia decidiu rumar pelo caminho vazio a fim de evitar o pântano das lembranças tristes. Este conto é de Marcelo Conde.
No conto de João Vereza, ela invade o quarto e pousa nas flores. Assustada com a chegada da enfermeira, desaparece, mas volta depois. O homem na cama sente o monstro sobrevoando. Ele fecha os olhos e, desesperado, quer gritar por socorro.
A Cidade Luz pulsava em minha mente com seus perfumes e cores. Eu sonhava e no sonho eu flanava como se voasse com leveza por suas ruas. Eu parecia voar e só queria voar. Mas, de fato, eu voava. E sonhava no alto do céu.
Misturar o amor pelas pessoas ao amor pelos livros. Amar por literatura. Medir um amor pelo tempo literário dele, pelos autores lidos. Você é capaz disso? Doria Darcie vem lendo o amor e conecta aqui uma rede de poesia e romance.
Na mais esquecida periferia, ela leu a felicidade escapando entre os dedos. Sua sensibilidade aflorou entre paredes pintadas como versos, cuidadas pelas mãos negras de quem trabalha duro para colocar a vida de pé e construir a perfeição.
Descalço, Sérgio Vaz correu atrás de bola. Pelejou, desviou de canela dura, driblou buraco e morrinho. Tocou, correu, mas não recebeu de volta. Seus companheiros caíram caçados pelo destino. Não há derrota mais doída que a ausência desse time.
Viagem de criança no lombo do cavalo. Primeira viagem. A tropa anda e depois repousa em cama de mentira na areia. O avô vive no mistério das histórias contadas e em sonhos. Dias, noites. Alegria de menino. Nesse galopar até a nascente do rio. Bora!
O Jornalirismo subiu a Serra da Mantiqueira, bebeu na pura fonte da paixão e aqueceu o coração na fogueira das palavras cozidas em fogo lento. Foram três dias de papo sério e delicioso, no Festival da Mantiqueira – Diálogos com Literatura 2009. Freud explica.
Letícia Mendonça narra, em primeira pessoa, a história de uma oficina literária que aconteceu durante o Festival da Mantiqueira. Mergulha nas palavras, nas personagens, nos paralelepípedos e emerge num delicioso gole de caldinho de feijão. A poesia!
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