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Ei, você aí! Aliado NOI vem do Rio Grande do Sul à tua procura. Ele gira pelo mundo como um b-boy do hip hop tentando te encontrar. Você existe? Esqueça o novo celular e o carro zero, note o beija-flor, escute o coração e, simplesmente, apareça.
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O jornalista e escritor Admilson Veloso, de Belo Horizonte, narra uma história desesperada. A família vive num cercado de madeira, a irmã cuida do irmão mais novo, enquanto o pai vai buscar o sustento. Tudo ficou muito triste depois que ela passou.
Todos falam sem parar, sem ouvir, sem atentar, onde aquele capaz de silenciar e ouvir, sem julgar? A sociedade do ruído, do juízo, da fofoca tem medo da hora de calar, o silêncio aterroriza, como morto na cama ao lado. Silêncio! Silêncio! O silêncio vai falar.
Na crônica paulistana de Alessandro Buzo, a fumaça sobe no último vagão do trem da zona leste. Também rolam batuque e baralho. Você pode entender que é ousadia, mas ali todo mundo é trabalhador. O folgado não se estabelece.
O profeta Germano Gonçalves enxerga através do concreto armado como cristal. São dezenove horas, a voz oficial irradia o jornal pontualmente: dezenove milhões de brasileiros deixam a linha da pobreza. Agora desliga a voz do Brasil e escuta com atenção.
Você, escritor, que já teve editor pela frente pronto a interferir no conteúdo impunemente; você, autor, que já recebeu dezenas de cartas prontas “não estamos recebendo originais”; sim, você, soldado das letras, vai hoje se sentir vingado.
Como é que a gente se encontra? Como sabe que é de fato o caminho, quando por ele passa? Onde é a mítica Avalon que fica dentro de nós mesmos? O jovem Thales Schmidt de Borba teve a coragem de perguntar, agora tenta entender a resposta.
Na Semana da Mulher, a professora e escritora Sônia Vanalli traz uma história para lá de feminina. A mulher desperta na madrugada e ouve ruídos na casa. O que será? Quem será? Realmente tem algo estranho ali. Você segura a mão dela para ver? Para acudir?
Lá na periferia, ele não sabia nada de inglês, mas cantava para ela. Era aquela dança ao pé do ouvido, com todo o carinho e a tensão pré-primeiro-beijo. O tempo passou, e o coração que bate nesse peito calejado sabe ainda mais dos caminhos do amor.
Num canto do mundo, ainda há água clara e límpida para beber. Brilha, água, escorre brilhante enquanto pode! Porque a cidade grande, construída pelo coração-Saara, vai te ofuscar e te sufocar. Brilha, água, e ensina esse menino a gostar mais do passarinho que do estilingue.
Quem será capaz de largar a vida besta, meu Deus, que a gente vai comendo como comida light? Será legítima a reclamação do homem? Marcelo Conde observa, o homem esboça o gesto.
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