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A força do pensamento positivo até a ciência já comprovou. Visualize o bom destino, imagine sua família crescer no tempo, a mulher ou o homem que te ama ou vai te amar, a casa linda, a mobília, o livro novo, a comida boa. O rapper, escritor e instrutor de neurônios Walter Limonada convida a gente ao pilates da mente. Deixe sua mente saradona, fiu-fiu!
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Fim de semana no sítio, um lago para nadar, só para dois. Peixe e vinho no jantar. Sonho, paixão, desejo. O que falta para esse cara se declarar? E quando não faltar mais nada, o que poderá interromper esse amor? De manhã, os passarinhos cantam, a canção preferida toca. Que novidade trará o novo dia?
A criatura levantada do chão, surgida da mistura da água e da terra, vive a pau e pedra. Bloqueada pelo tronco de madeira despencado no caminho. Cercada pela rocha tombada na curva. A criatura curtida sob a luz do sol, esculpida no vento, vem de longe e vai para-não-sei-onde. Ela pulsa e sente, resiste e cresce. De onde vem tamanha força?
O poeta Luiz Eduardo Caminha, de Blumenau, Santa Catarina, atravessou o dilúvio. E do muito visto e sentido restou essa dor. E essa indignação. O poema conforma, organiza o sentimento, em versos que emergem encharcados de luta, sujos de lama, num vagido de vida, como o de quem nasce. Lamentamos, também, com os punhos ao alto.
O Jornalirismo resgata uma “arte” da publicitária e escritora Andréa Martins: “Ode à Estatística”. Não é que a moça teve a coragem improvável de substituir a prova de estatística pelo texto que você lerá a seguir?! Reviva a “felicidade” que aquele professor matematicamente tão exato certamente sentiu. Mas a moça passou de ano.
Senhoras e senhores, vem aí um ano novinho em folha. Aprume o calendário e pense bem no que vai fazer que é para a vida não desandar. Sérgio Vaz tem uns toques bons. Um importante é que a luta diária por justiça vai continuar porque a parada é dura mesmo. E quem falou que ia ser fácil, Alessandro Buzo? O ano-novo também virá com osso.
O cotidiano nas escolas de São Paulo e do Brasil é pesado. Violência, drogas e gravidez precoce formam o triste bê-á-bá. Sílvio Valentin Liorbano saca, porém, da memória a história do professor disposto a falar de amor em qualquer língua. Viela à direita, viela à esquerda, lá vai o mestre a distribuir abraços, insistindo em fazer do carinho um anzol para resgatar os que ficaram largados à própria sorte.
Angélica, Ariadne, Bárbara, Beatriz, Bruna, Camila, Carmem, Cássia, Cátia, Cibele, Cíntia, Cristina, Daniela, Domitila, Edna, Elisângela, Esther, Flávia, Gisele, Heloísa, Iracema, Isadora, Ivete, Jaqueline, Janaína, Lavínia, Leonila, Luciana, Marcela, Maurean, Michelle, Mirela, Noeli, Núbia, Paloma, Renata, Roberta, Sabrina, Soraia, Stephanie, Thamyê, Taís, Tamires, Vera, Viviane, Valéria, Yasmin...
O sábado é ensolarado, o casal está no parque, mas há uma tensão e um desprezo mútuo no ar. Ela se diz independente, fala muito e sonha com o reconhecimento de seu talento. Ele, surdo para as palavras dela, preferia ser um pato no lago poluído. Quem delira mais? É só um desencontro ou é o capítulo de uma grande guerra entre todos nós?
Serginho Poeta vem vindo e ela está ao lado dele. Ele entrelaça o braço com Clarice Lispector e assopra as letras que ela traz na mão esquerda. O sopro faz ressurgir Macabéa, que desponta, novamente morna, distraída, sem saber de si. A criatura morre e renasce reescrita. E o criador escreve porque não lhe basta viver.
A Cooperifa, Cooperativa Cultural da Periferia, realiza, de 18 a 23 de novembro, em São Paulo, sua primeira Mostra Cultural.Será uma semana de shows musicais, de dança, cinema, teatro e debates sobre a produção cultural e literária na periferia.A abertura da Mostra Cultural da Cooperifa será às 16h do dia 18, terça-feira, com o debate “Cultura na Periferia e Produção Cultural da Periferia?”, no CEU Casablanc...
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