Literatura
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Vida loka. Correria. Comprar roupa bacana. Carro bacana. Dinheiro a rodo. O crime não compensa? Um dia a casa cai? E quando cai, quem depois levanta? O escritor Alessandro Buzo narra a história de um roubo. E do caminho que bifurca à frente, à direita e à esquerda, o caminho da sua paz é você quem escolhe.
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Conhece-te? Reconhece-te? Às vezes, eu consigo fazer isso. Vejo tudo claramente, compreendo e me emociono. Mas duros são os dias em que fico às cegas e me debato. Para voltar a ver e a me ver, converso com os mortos, que enxergaram um dia. Nesses dias-noites, a jornada é longa, uma maratona até a Grécia Antiga.
Depois de muitos anos de vida e formação, o estudante entra numa escola como professor. Diante de quase 200 alunos, as pernas do novo mestre tremem. O tempo passa, o medo fica para trás e os laços com os alunos vão surgindo. Um dia, na porta da classe ou no meio do pátio, ele verá que o esforço não é em vão.
“A cidade de todos os povos - São Paulo, viagens e migrações” é o tema da edição paulistana deste ano da Primavera dos Livros, feira que reúne editoras de vários estados, com grande espaço para as independentes. A programação cultural é voltada à leitura e à formação do leitor, com lançamentos de publicações, saraus, palestras, oficinas e atividades par...
Ele disse que ser dela já lhe basta e que entrega a própria vida nas mãos dela. A ela a declaração que tantos esperam soa como catástrofe. Para ela, não existe crueldade maior que se possa fazer com um sentimento tão nobre. Para ela, esse repentino deixar de ser não faz sentido. E você? Acredita que ainda haja dentro dele algo dele próprio?
O escritor Alessandro Buzo, da periferia de São Paulo, um dia decidiu que seria alguém, apesar de toda dificuldade, da ausência do pai, da grana pouca, do estímulo brasileiro à desonestidade. Com muita correria e confiança, chega agora ao quinto livro: Favela Toma Conta. Ele compartilha sua trajetória pessoal, desde o começo. Vale conhecer e se inspirar nessa história.
Quando pequeno, o menino adorava quando chegavam as eleições. Era aquele banzé, comitivas, cabos eleitorais, carros de som. Mas do que o menino mais gostava era da coleção que fazia com as fotos dos candidatos. Como se fossem figurinhas de um hipotético álbum das eleições. Aquele menino se chamava Guilherme Azevedo, mas que coleção, meu amigo!
O “menino-prodígio” Thales Schmidt de Borba, de apenas 17 anos, estréia no Jornalirismo com uma história para Charles Bukowski nenhum botar defeito. Entre um trago e outro haverá um clarão? O homem tem muita conta para pagar e quase nenhum no bolso. Malditos! Thales traz a voz do interior, bem-vinda, Ribeirão!
Debate na 20ª Bienal Internacional do Livro, em São Paulo, reuniu algumas das principais vozes do que pode ser chamada de primeira geração de escritores da periferia. Com livros lançados na Bienal, Allan da Rosa, Sacolinha, Sérgio Vaz e Alessandro Buzo conversaram com o público sobre criação literária e cultura na periferia. A poesia subiu na laje. Suba você, também.
Nem tristeza nem aquela alegria histérica de vitrine de loja de shopping. Nem soldado nem monge. Dei umas cabeçadas no destino e cada um ficou com suas cicatrizes. Hoje, com você por perto, estou em paz, como moleque comendo fruta no pé. Dia bom para andar descalço, deitar e rolar na grama. Vem!
Enquanto a cidade enlouquece lá fora, o missionário chega e sobe no palco da sala, lugar conquistado com mérito. No anonimato, ele espalha luz, simplifica o que era complicado e ajuda a decifrar o enigma. É ali que o mestre-pescador ensina a pescar e também a voar. Quem o segue vai adiante, para brilhar.
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