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Esther Gonçalves e Keli Vasconcelos escolheram a ironia para expressar o calor humano brasileiro. Márcio Barbosa Pimentel ilustrou uma cena tão comum nos morros do Rio. Alexandre Fonseca Freire criou um conto-fábula, numa virada de ano com toque brasileiro. E Carlos Alberto do Espírito Santo Jr. reconheceu, num anúncio, que até argentino se sente em casa no Brasil. Conheça os vencedores do Concurso Cultural “Nosso Melhor Calor”.
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O Concurso Cultural "Nosso Melhor Calor" já tem seus ganhadores. O primeiro colocado, além de livros e DVD, ganhou também um dia inteirinho na agência W/Brasil, do Washington Olivetto. Os cinco trabalhos vencedores serão publicados aqui, no site. O Jornalirismo agradece a participação de todos e se desculpa por uma possível injustiça. Errare humanum est.
O publicitário Fernando Guimarães começa a narrativa do nascimento do maior programa de fidelidade da história do Brasil, o Smiles, da Varig. Que viria a surgir quando a gigante da aviação brasileira percebeu tardiamente que não estava só, com a chegada das companhias norte-americanas. Voa rápido, Varig!
O publicitário Ercílio Tranjan, um dos profissionais mais destacados da propaganda brasileira, confessa estar com muita vergonha. Vergonha da atividade que exerce com responsabilidade e criatividade há mais de quatro décadas. É que Ercílio não se conforma com ver a classe publicitária tachar de censura a necessidade de informar e respeitar o consumidor. Como se responsabilidade fosse impeditivo para a criatividade.
O Jornalirismo convida você a fazer como o publicitário Washington Olivetto: expressar todo o seu calor humano e o calor humano do povo brasileiro. O Concurso Cultural "Nosso Melhor Calor" vai selecionar e premiar as cinco melhores expressões sobre calor humano. Vamos esquentar o Brasil. Não perca.
Washington Olivetto reconhece no calor humano uma de nossas melhores características, embora pouco representado na publicidade do Brasil. Para o publicitário, está cada vez mais raro encontrar comerciais que espelhem as características de um produto e de um país. São feitos de clichês pseudoglobalizados e se parecem muito com os executivos que o aprovam e pouco com o consumidor e o produto anunciado.
O publicitário Miguel Nisembaum inicia uma série no Jornalirismo: vai ensinar você a tirar o máximo proveito de seus talentos e recursos. Conheça, no primeiro artigo desta verdadeira Torá do talento, o que há de comum entre a irreverente banda de rock Ramones e a mais moderna tendência da gestão de talentos. Muito bem-vindo, Miguel!
O publicitário Célio Ashcar Jr. vê na Copa do Mundo de 2014, o maior evento mundial, uma oportunidade real de construção de um Brasil realmente sério. Será preciso, porém, que se abandonem as questões pessoais, particulares, locais, e se pense como nação, como uma coletividade de fato. É uma chance única de realização e de comunicação.
O publicitário Fernando Guimarães vai ao Masp, o Museu de Arte de São Paulo, para uma missão inusitada: convidar Pietro Maria Bardi a pichar a parede do museu que ajudou a criar. Era para um comercial de tevê, parte de campanha de arrecadação de fundos para ajudar a custear o Masp, em crise financeira. Mas Bardi parece confuso, quando gritam "Ação!".
O diretor de cinema publicitário Jarbas Agnelli diz que a Argentina está fazendo melhores comerciais de tevê que o Brasil: "Tem a inventividade e a irreverência que tínhamos". Para ele, isso é reflexo de um "cansaço" dos publicitários brasileiros. Resignaram-se ao "caixa-dois" da propaganda, "onde ficam as boas idéias, as idéias recusadas, ou as que nem se dão ao trabalho de levar para serem recusadas". Caixa que se abre em março, quando são abertas as inscrições para Cannes.
O Jornalirismo recuperou os comerciais "perdidos" para a margarina Mila, criados pela dupla Juvenal Azevedo e Luís Di Nallo em 1979. A campanha, com filmagem na Suécia, envolveu até o mítico cineasta sueco Ingmar Bergman e conseguiu evitar que a produção de Mila fosse descontinuada. Vale experimentar essa história incrivelmente saborosa.
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