Para Tas, "a censura ainda é muito presente" no país, por mais que tenhamos novas fontes de informação disponíveis. "Os pilantras também estão ficando modernos, os advogados, os habeas corpus. Não tenham ilusões", alerta.
O jornalista e blogueiro não tira a responsabilidade do eleitor pela continuidade de maus políticos: "Eles [os políticos] não mudam por uma razão muito simples: os eleitores não mudam. Os eleitores continuam votando neles. Como é que a gente pode querer que eles mudem?".
Tas afirma, também, que o cidadão hoje tem mais ferramentas para cobrar um político e, se não o faz, "é porque é muito preguiçoso".
Juntamente com o publicitário Michel Lent e o jornalista Guilherme Azevedo, Marcelo Tas participa do ciclo de palestras e debates "Comunica 2008", que o Senac São Paulo realiza de 7 de agosto a 23 de outubro, para discutir os novos caminhos da propaganda e do jornalismo. Saiba mais no hotsite do evento: http://www1.sp.senac.br/hotsites/comunica08/.
Assista:
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Colaboratividade
Rafael
| 08/08/2008
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Está rolando na internet uma petição para um veto ao progeto de Lei doSenador Azeredo, seria legal que o jornalirismo apoiasse a causa ! A propósito,
gostei da apresentação no comunica, é sempre bom ver pessoas com empenho
plítico. Um abraço.
Quem mandou votar no homem?
Juvenal
| 09/08/2008
O Tas está certo: "Os políticos não mudam porque os eleitores não mudam,continuam votando neles".
É só perguntar em quem alguém votou na última
eleição pra ouvir, na maioria absoluta dos casos, que não se lembra ou não
sabe. Eu mesmo, além de ter votado na Soninha, não me lembro em quem mais eu
votei.
Agora, para prefeito de São Paulo, comentei com alguns amigos que,
dureza mesmo, vai ser decidir um provável segundo turno entre Marta e Alckmin.
"Argh!", como dizia o ratinho Sig do Jaguar.
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